Desenvolvida por nutricionistas do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo e apresentada no livro "Calorias Inteligentes" de César Pedroso, presidente do Instituto de Saúde Integrada (ISI) do HC, a dieta visa não apenas à redução ou manutenção de peso, mas também à promoção de uma alimentação mais saudável e nutritiva.
Conhecida também como Dieta do K, utiliza a unidade "K" para cada alimento, calculando-a a partir da divisão do valor calórico por 10.
Mas, seu enfoque principal não é a contagem de calorias, mas sim o controle do índice glicêmico (IG) dos alimentos.
O IG é uma medida que indica a rapidez com que a glicose aumenta após a ingestão de um alimento.
Alimentos de alto IG elevam rapidamente a glicemia, enquanto os de baixo IG têm um efeito mais gradual.
A dieta prioriza alimentos de baixo IG, evitando picos glicêmicos.
Além disso, a abordagem preconiza a redução do consumo de gorduras saturadas, conhecidas por aumentar o colesterol e o risco de doenças cardiovasculares.
Os alimentos são categorizados em verde (baixo IG e consumo liberado), amarelo (moderado em gorduras saturadas, IG e sódio, consumo controlado) e vermelho (ricos em gorduras saturadas, alto IG e sódio, consumo desaconselhado).
Fonte: Vitat.
ALIMENTOS VERDES
- Folhas
- Legumes
- Verduras
- Frutas
- Cereais integrais
- Grãos ancestrais
- Leguminosas
- Oleaginosas (fontes de gorduras boas)
Alimentos Vermelhos
- Bolachas
- Doces
- Comida congelada
- Embutidos
- Refrigerantes
- Bebidas alcoólicas
- Leite integral
- Queijos amarelos (ricos em gordura)
- Cereais com açúcar
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