PARALISAÇÃO

GREVE SÃO PAULO HOJE (28/11): Linhas do Metrô e da CPTM são afetadas, rodízio é suspenso e governo decreta ponto facultativo; Veja últimas notícias sobre a GREVE

Saiba as últimas notícias da Greve dos Trabalhadores do Metrô, CPTM, Sabesp e das escolas estaduais

Cadastrado por

Suzyanne Freitas

Publicado em 28/11/2023 às 6:45 | Atualizado em 28/11/2023 às 6:46
Metrô de São Paulo e a CPTM voltam a parar contra a privatização - Fernando Frazão/Agência Brasil

Nesta terça-feira (28), o rodízio de veículos na capital paulista (São Paulo) está suspenso devido à greve dos trabalhadores do Metrô, CPTM, Sabesp e das escolas estaduais.

A paralisação é um protesto contra as propostas de privatização da gestão estadual e teve início à meia-noite, com previsão de durar 24 horas.

PONTO FACULTATIVO

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), decretaram ponto facultativo nesta terça em órgãos públicos da cidade.

Apesar do ponto facultativo, as aulas nas escolas municipais, estaduais e creches serão mantidas. Os funcionários da Fundação Casa expressam apoio à paralisação, mas continuarão suas atividades normalmente.

A Câmara Municipal de São Paulo também optou por suspender o expediente presencial nesta terça-feira devido à greve.

QUAIS FORAM AS LINHAS AFETADAS?

Metrô

Trens

LINHAS QUE ESTÃO FUNCIONANDO

Metrô

Trens

 

ÔNIBUS FUNCIONAM HOJE (28)? CONFIRA

Apesar da suspensão do rodízio, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) esclarece também que as faixas e corredores de ônibus seguirão funcionando normalmente, de acordo com os horários estabelecidos.

As regras para a Zona Azul também permanecerão inalteradas.

A CET destaca que as demais restrições vigentes na cidade, como a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e a Zona de Máxima Restrição ao Fretamento (ZMRF), continuarão em vigor.

Os ônibus municipais e intermunicipais deverão operar regularmente durante o período.

QUAL O MOTIVO DA GREVE?

Um comunicado conjunto emitido pelas entidades organizadoras destaca que o movimento se posiciona contra a privatização de empresas públicas, incluindo Sabesp, CPTM e Metrô.

Os participantes do protesto também reivindicam a "reestatização dos serviços públicos privatizados" e o término das práticas de terceirização.

Além disso, os organizadores pressionam pela reintegração dos metroviários que foram dispensados após a paralisação da categoria em outubro.

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