A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou, em nota técnica, o uso de relógios inteligentes ou smartwatche para a medição da glicemia.

A entidade alertou que qualquer aparelho que realize medições recinhecidas como de uso médico deve ser regularizado pela agência.

Ainda conforme a Agência, não há, até o momento, nenhum dispositivo desse tipo regularizado para medição não invasiva de glicose ou oximetria (saturação de oxigênio no sangue).

"Isso porque ainda não há estudos com evidências robustas sobre a segurança e o desempenho para esta indicação de uso", destacou a Anvisa.


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Segundo a agência, essa medição não invasiva de glicemia por meio de relógios e acessórios no modelo smartwatch é considerada uma tecnologia em desenvolvimento e que não passou pelo processo regulatório sanitário.

"A precisão dos dispositivos médicos avaliados pela Anvisa é crucial, pois erros podem resultar em doses inadequadas de insulina, com sérias consequências imediatas, como choque glicêmico, ou de longo prazo, contribuindo para o agravamento das condições de saúde relacionadas ao controle inadequado da diabetes", alerta.

O QUE É PERMITIDO?

Cinco softwares pasmartwatchra foram aprovados pela Anvisa para medir pressão arterial, eletrocardiograma e notificação de ritmo cardíaco irregular. Os produtos podem ser consultados no site da Anvisa.

Já aparelhos que medem apenas frequência cardíaca e respiratória, que não são considerados de uso estritamente médico, não estão sujeitos à regulamentação da Anvisa.

Em caso de irregularidade

Caso seja identificado anúncio de relógios ou acessórios do tipo smartwatch que informam ter a capacidade de realizar medições não invasivas de glicemia, a orientação da agência é que seja feita uma denúncia por meio dos canais oficiais de atendimento do órgão.


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“A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”